HISTÓRIA

FUNDADOR
A TECNOPLANO foi constituída em 1966 por Nelson Montes, sendo a primeira companhia portuguesa vocacionada para a Gestão de Empreendimentos da Construção (“Project Management” e Consultoria de Engenharia e Gestão). Em 1972 foi formalmente registada como TECNOPLANO, S.A. constituindo uma referência no mercado pelo “know-how” e permanente atualização, pelas metodologias desenvolvidas, pela sua divulgação e aplicação em empreendimentos de grande complexidade e dimensão.
DIVERSIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO
Em 1999 a Empresa foi adquirida por Manuel Matos de Pinho que, com trinta anos de diferenciada atividade profissional no LNEC, como Projetista, na Direção Técnica de Construção, na Gestão de Empresas de Construção e Imobiliário, encetou um processo de diversificação da TECNOPLANO para novas áreas de atividade. Este processo, baseado em competências já endogeneizadas na Empresa, mas não exploradas, permitiu uma abordagem sistematizada a novos sectores do Mercado, e a disponibilização de capacidades multidisciplinares para corresponder de forma global e integrada às necessidades dos Clientes.
PRESENTE E FUTURO
Desde 2017, a liderança do Grupo TECNOPLANO passou a ser assumida por Bernardo Matos de Pinho e Pedro Matos de Pinho, num modelo inovador de rotação da presidência do Conselho de Administração a cada quatro anos, reforçando a visão estratégica e a continuidade da gestão. Esta dinâmica tem permitido consolidar a posição da TECNOPLANO como referência nacional e internacional, expandindo a atuação em mercados externos e promovendo a diversificação sectorial e geográfica, essenciais para a sustentabilidade do Grupo.
Atualmente, o Grupo TECNOPLANO é detido em partes iguais pelos irmãos Joana, Bernardo e Pedro Matos de Pinho, refletindo uma estrutura acionista familiar que garante estabilidade, compromisso e visão de longo prazo. Esta estrutura familiar tem como objetivo construir um grupo de serviços de engenharia 100% de capital nacional. Com este posicionamento, a TECNOPLANO pretende assegurar ao mercado interno e externo uma capacidade instalada robusta e flexível, preparada para responder aos futuros ciclos de investimento e aos desafios da transformação do setor, reforçando o papel estratégico da engenharia no contexto global.
